As escolas e a universidade brasileira matam a criatividade não só dos alunos, mas dos professores também. Até quem defende "um tipo de conhecimento mais complexo", faz chamada e coloca falta se o aluno não está amarrado no birô do professor. Além disso, ainda chama o professor que não faz chamada de "professor que quer enrolar". Afinal... somos complexos apenas quando lemos/decoramos Morin ou em nossa vida cotidiana?
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As escolas e a universidade brasileira matam a criatividade não só dos alunos, mas dos professores também. Até quem defende "um tipo de conhecimento mais complexo", faz chamada e coloca falta se o aluno não está amarrado no birô do professor. Além disso, ainda chama o professor que não faz chamada de "professor que quer enrolar". Afinal... somos complexos apenas quando lemos/decoramos Morin ou em nossa vida cotidiana?
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